Interculturalidade: uma resposta epistemológica para o gerenciamento do ciclo da administração de Educação Não Formal em cinco espaços educacionais não formais com pessoas migrantes
DOI:
https://doi.org/10.22458/ie.v24i36.3917Palavras-chave:
interculturalidade, educação não formal, gestão da educação, epistemologia, processo de aprendizagem, diversidade culturalResumo
Este artigo expõe os achados principais de uma pesquisa de abordagem qualitativa apresentada como um trabalho final de graduação e que define suas bases e reconhece seu escopo em uma construção teórica sobre as contribuições da interculturalidade nos processos educativos não formais, onde participam pessoas migrantes. Para o seu desenvolvimento se partiu da temática da interculturalidade como fenômeno liberador da “ameaça de ser diferente” capaz de transformar a Educação Não Formal (ENF) e seu gerenciamento em uma oportunidade de aprendizagem e liberdade. Mediante a triangulação de técnicas de pesquisa (entrevistas em profundidade, questionários, observações não participativas e pesquisa documental), dados e fontes, trabalhando desde o olhar das cinco organizações participantes: Alianza VenCR, Casas de la Alegría, SEPROJOVEN, Fundación Mujer y Cenderos, instâncias localizadas na Costa Rica. Entre os achados do estudo temos que a interculturalidade é a resposta epistêmica para aquilo que resulta dos diversos processos de ENF realizados nas organizações concluindo que a ENF pensada desde a interculturalidade, é uma educação de amplitude temática e metodológica geradora de conhecimento e aprendizados desde outros mundos, saberes e perspectivas.







