Inovar ou fracassar: chaves para pensar em uma nova institucionalização da aprendizagem na escola do século 21
DOI:
https://doi.org/10.22458/ie.v23i34.3451Palavras-chave:
Inovação educacional, Ensino obrigatório, Sala de aula, Aprendizagem, Ensino, Currículo, Avaliação de EducaçãoResumo
Este ensaio está baseado nas seguintes questões: o que fazer para que o que acontece nas salas de aula faça sentido? E o que fazer hoje com a escola moderna? Essas questões ganham valor e urgência, não apenas no contexto da pandemia causada pelo vírus responsável pela COVID-19, que expôs as fragilidades e potencialidades das sociedades, estados, escolas e sistemas de ensino, mas também nas primeiras décadas. século XXI, face ao esgotamento da escolarização massiva típica do Modernismo dos séculos XIX e XX. No confinamento e isolamento preventivo, obrigatório ou sugerido nesta pandemia, o surto foi vivenciado e evidenciado por trás das telas –como costuma acontecer em muitas salas de aula– de reclamações e reclamações de crianças, jovens e adultos, sintetizado na pergunta: ' para que serve isso? ', no que diz respeito às práticas pedagógicas e aos conteúdos escolares. O objetivo geral deste ensaio é fornecer elementos conceituais que nos permitam pensar em outros formatos de escola e na concepção de salas de aula e aulas em que a aprendizagem e o ensino ganhem novos significados para o corpo discente e a construção de outra disciplina pedagógica. Do ponto de vista histórico, no que diz respeito à psicologia social, e à psicologia pedagógica, didática e psicopedagógica, a análise apresentada permite concluir que não se trata de ‘romper’ com a escola atual. Porém, a partir do que existe, é necessário e possível instituir um movimento sinérgico de mudança-inovação sempre que se preserva o valor do ensino e se institucionaliza outra concepção de aprendizagem.







